Uso de colírios sem prescrição médica é um risco a saúde ocular

Postado em: 05/04/2018 ás 9:01 AM / Categorias: Notícias / Nenhum Comentário /

Em um mundo cada vez mais digital a exposição a telas de computadores, tablets e celulares se torna mais frequente.  Já a rotina urbana traz maior contato com a poluição. A junção das duas realidades gera diversos problemas, entre eles a sensação de desconforto e irritação nos olhos.

A rotina agitada e a pressa em resolver o incômodo leva muitas pessoas a cometerem um erro grave: o uso indiscriminado de colírios sem prescrição médica. O produto na maioria das vezes traz um alívio momentâneo, mas pode gerar sérios problemas oculares a médio e longo prazo.

O uso de colírios exige prescrição médica e atenção no manejo. Dr. Artur Filho, destaca alguns cuidados importantes: “Existem diferentes tipos de colírios para necessidades específicas. Usar sem prescrição é um risco para saúde ocular e deve ser evitado. Outra importante dica é não compartilhar esse tipo de medicamento, pois o uso múltiplo pode gerar contaminação e problemas graves aos olhos”, recomenda o médico.

Dr. Artur Filho alerta que o uso indevido de colírios pode causar danos à saúde ocular.

Os colírios podem ser classificados em cinco tipos:

Lubrificantes – são indicados em casos de baixa lubrificação dos olhos, ardor e irritação provocados por poluição, calor ou vento, além de ser uma boa opção para quem usa lentes de contato.

Antibióticos – recomendados para o tratamento e prevenção de infecções e inflamações causadas por bactérias, como a conjuntivite bacteriana.

Antialérgicos – usados no tratamento de conjuntivite alérgica.

Anti-inflamatórios – indicados na recuperação pós-cirúrgica ou tratamento de processos inflamatórios oculares.

Anestésicos – o seu uso deve ser restrito ao ambiente hospitalar.

Todos os colírios têm indicações especificas e efeitos colaterais. “Os olhos são sensíveis e delicados. É muito importante que qualquer medicação utilizada seja indicada por um médico especialista, nesse caso o oftalmologista, evitando assim danos maiores”, finaliza.

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